sábado, 23 de fevereiro de 2008

Aquela música do Skank

Que jogue a primeira pedra o menino que nunca quis ser jogador de futebol um dia. Passar o resto dos seus dias fazendo algo prazeroso e ainda ganhar o suficiente para levar uma vida confortável e proporcionar uma boa poupança a seus descendentes. E, de quebra, a fama. Consequentemente, mulheres, mais dinheiro, mais fama. Uma situação invejável aparentemente perfeita. Claro, nem sempre é assim. Um jogo como qualquer outro: Competitividade, adrenalina, paixão. E de repente, um esbarrão mais forte no adversário ou um mal jeito no domínio de bola, e vem a contusão. Durante meses, talvez anos, um jogador fica impossibilitado de jogar. Passa o tempo, e ele volta. Toda a expectativa para finalmente a estréia perfeita. Mas, simplesmente, não dá pra jogar aquele bom futebol de outrora, cicatrizes não só físicas o marcam. Então, resta apenas sentar, ligar a tv ou comprar o ticket do estádio e ver seu time aludido pela torcida. Mas você nao está lá, não é a mesma coisa. E toda aquela adrenalina de poder passar o resto de seus dias jogando desaparece e ele, jovem, não encontra uma ocupação que lhe satisfaça tanto quanto o futebol. Impossível. E assim é o futebol, a expectativa por seu time do coração, a estréia aclamada, o jogador mais comentado, o técnico que faz a escolha errada, e a grande paixão, de poder ver seu time jogar mais uma vez, marcar mais um gol, uma boa defesa, e a possibilidade de ser imortalizado (ou não) na história em um simples estalar de dedos, ou tudo reunido na letra de uma singela canção.

xD
---> Ontem, cinema. A lenda do tesouro perdido (2). Embora um pouco forçado (Hollywood!), bem interessante. O estilo de filme que eu gosto (Sem contar que achei um papel insipirado em mim, haha).

---> Hoje, minha primeira reunião como escrivão no DeMolay, um pouco de nervosismo, mas a certeza de que fiz tudo certo.
---> Amanhã, Oscar (xD). Torcendo pro Johny Depp faturar o dele, mais do que na hora.

---> Segunda, cursinho. Vai ser um ano de muito aprendizado, e todos os sentidos. Todos os amigos reunidos, amigos antigos, e novos amigos. O tempo realmente é surpreendente e, de certa forma, estamos todos reunidos de novo. Só agradecer.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Impressões inexpressivas

Dizem por aí que a primeira impressão é a que fica. Impossível deixar de sentir-se bem com uma pessoa que lhe proporcionou (e proporciona) momentos agradáveis e memoráveis, assim como também é impossível simpatizar-se com alguém que poupa o trabalho de lhe atirar um simples cumprimento formal quando inevitável. Mas as coisas mudam, as pessoas mudam. E de repente, aquele que sempre lhe recebeu com sorrisos age estranho às suas expectativas e, se precisar de ajuda, aquele que lhe negou a mão oferece o braço inteiro em auxílio. Então, você é obrigado a analisar suas primeiras impressões e procurar o que sobrou delas. Se for necessário ignorar tudo o que elas lhe transmitiam e seguir em frente, só o tempo irá responder se foi a escolha certa. É simplesmente difícil acreditar e aceitar em mudanças, principalmente quando você é influenciado por elas. Por isso, certas impressões são relativas e, como o homem, precisam estar em constante evolução. Como tudo causa uma certa impressão no ser humano, cabe a ele filtrar as classificadas como consideráveis, por que algumas impressões são, simplesmente, inexpressivas.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

O lugar ao sol

E chega o dia em que tudo aquilo que te sustentou durante um ano inteiro cai por água abaixo. Aquela esperança e aquela certeza de que nada está certo, definido, concretizado. A sensação estranha de não poder selar um destino concreto, que se abstrai no momento em que descobrimos que todos os esforços de um ano foram teoricamente em vão (ou, mais precisamente, no momento em que você descobre que não passou no vestibular). Uma fusão de sentimentos opostos. Frustração e alegria de repente se completam como dois amigos inseparáveis. Frustração pela perda de bons momentos que poderia ter vivido, pelas noites de sono mal dormidas, ou por injustiças cruéis. Alegria por seus amigos que realizaram seus sonhos e selaram seus destinos. E, de mãos dadas com ambos, alguém inerte, incapaz de estimular seu próprio cérebro com respostas a situações tão óbvias: Você. Então, você pára e contempla seus pais, aqueles que sacrificaram boa parte de suas vidas por você, sempre orgulhosos de suas virtudes, e que em momento algum exerceram pressão em suas decisões. Contempla sua irmã, que sempre te apoiou e deu força pra seguir em frente. Busca por seus amigos: estão todos ali, de braços abertos, te ajudando e precisando de sua ajuda. Aí você descobre novos amigos, alguns que nem sabia que tinham tamanha admiração por você. Então, novos estímulos são transmitidos ao seu cérebro, agora pulsante, com vontade de viver. E aí percebe-se que nada daquilo foi vago, e você ganha finalmente a chance de consertar histórias incompletas, mal interpretadas. Ganha a chance de crescer, de se preparar para uma independência que ainda não estava a seu alcance. E ai você agradece, e deixa a vida te levar pro caminho que você tentou desviar, com a certeza que tal caminho finalmente irá te levar ao espaço criado para você dentro do mundo.
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- Exagerado? Acho que não, uma vez que este post vai muito além da questão do vestibular, pois ele diz definitivamente tudo o que estava sentindo há tempos.
- Alguns avisos:
--> Ná, parabéns pelo aniver. Vou sentir muito a sua falta este ano, mais vou estar sempre com você.
--> Caju, parabéns pelo vest, sucesso na sua vida.
--> Bert, parabéns pela posse e pela realização de mais um sonho.
--> Tami, boa sorte na Estácio, não quero ficar mais seis meses com você. (Haha, essa parte é brincadeira).
- Acontecimentos:
--> DeMolay: A posse passou muito rápido e às vezes estranhamos pelo tempo necessário pra preparar tosos os detalhes. Foi um sucesso e agora os trabalhos estão a caminho. Espero que a nossa Ordem consiga sustentar uma união que no momento é instável, mas creio que o diálogo é a base de tudo e espero que consigamos retornar à transparência e deixemos o ego de lado.
--> O amigo joão g**, g**** e emo voltou a despejar-me elogios, porém seus argumentos continuam tão coerentes quanto os de um político tentanto explicar rombos no orçamento.
--> Nova vida a caminho, aguardar pra ver o que nos está reservado. =X